Reflexión feminista

La discriminación al trabajo doméstico

En Guatemala no se ha aprobado el Convenio 189 y las trabajadoras domésticas sufren todo tipo de discriminaciones. En Paraguay el trabajo doméstico ha tenido un gran avance con una ley promulgada en 2015, pero la parte empleadora tiene la obligación de pagar solamente el 60% del salario mínimo legal. En Uruguay se han logrado grandes mejoras, pero las que sufren discriminación son las trabajadoras inmigrantes. En Brasil se han organizado y han salido adelante, pero aún falta mucho.

¿Cómo sería una ciudad feminista?

El taller “Nuestros cuerpos, nuestros barrios, nuestros territorios” lanzó la pregunta y hubo debates, reflexiones y propuestas sobre el derecho de las mujeres a la ciudad, tema que estuvo presente con fuerza en diversos espacios del 14° Encuentro Feminista Latinoamericano y del Caribe (EFLAC). Los colectivos que articularon el taller fueron Ciscsa (Argentina), Redeh (Brasil), Sos Corpo (Brasil), Red Mujer y Hábitat, Luna Creciente (Ecuador), Secretaría de Mujeres de la União nacional por Moradia Popular UNMP e União dos movimentos de moradia da grande São Paulo e interior UNIP, Fundación...

Mujeres latinoamericanas y caribeñas contra la violencia machista

Las calles de Montevideo vibraron bajo los pasos de miles de personas que marcharon, el 25 de noviembre, por el Día Mundial de Lucha Contra la Violencia hacia las Mujeres. Los tambores de las compañeras brasileñas se sumaron a los de la comparsa uruguaya de mujeres La Melaza con la consigna de “No matar más” .

14° Encuentro Feminista Latinoamericano y del Caribe

Por primera vez desde que se hacen los Encuentros Feministas Latinoamericanos y del Caribe (EFLAC), Montevideo fue sede y recibió a 2.200 feministas provenientes de más de 30 países entre el 23 y el 25 de noviembre. Para una ciudad con menos de 1,4 millones de personas, el aumento de población se hizo notar.

14EFLAC: Feminismo nos espaços virtuais

Uma das ferramentas que possibilitou o crescimento do feminismo foi o universo online. A conexão oferecida através das mídias sociais e aplicativos digitais nos ofertam interatividade, diminuem as distâncias, propiciam espaços de debate e estão ressignificando o conceito de esfera pública.

14EFLAC: Alianças para nova greve de mulheres no 8M

Houve um esforço de militantes feministas para neste 14 Eflac articular diversos países rumo a um entendimento sobre o conceito de que o dia internacional das mulheres deve ser marcado por uma greve internacional unificada em torno do trabalho produtivo e reprodutivo das mulheres.

Democracias ameças na América Latina

O debate sobre conjuntura política da América Latina foi proposto por feministas de Brasil, Paraguai e Argentina, respectivamente Carmen Silva, Clyde Soto e Ana Falú, para analisar os retrocessos políticos na América latina, a regressão de direitos, o avanço do capitalismo extrativista e o crescimento da onda fundamentalista.

14EFLAC: Democracia, Estado laico e fundamentalismo

O debate se deu em torno da pergunta proposta “Como construímos Estados não patriarcais e fortalecemos a democracia paritária na América Latina e Caribe? No atual contexto em que vivemos, a proposta do estado laico está em disputa, os golpes começados em Honduras, seguidos por Paraguai e Brasil, e os seguintes retrocessos na Colômbia, Equador, Argentina e outros provocam revisões de estratégias antigas, elaboração e pactuação de novas estratégias para resistir.

14EFLAC: Os nomes do feminismo

A discussão da Assembleia intitulada “Os nomes do feminismo” foi aberta pela brasileira militante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Betânia Ávila demarcando o feminismo como um movimento em movimento permanente, cujas divergências internas não se dão apenas a partir das diversidades mas também das desigualdades entre mulheres. Um movimento no qual não há um centro de decisão, mas que depende de articulação de seus vários segmentos para construir ações comuns de confronto com as contradições que o cercam e no seu interior.

14EFLAC: Autonomia e Poder: dilemas e desafios

O debate abordou os desafios da busca por paridade e as pautas relacionadas à autonomia das mulheres nos espaços representação política institucional. Foram ressaltadas as diferenças na luta por autonomia centrada numa perspectiva crítica da luta feminista que demanda direitos em diálogo com as instituições, o estado e as políticas públicas, daquela que se pauta numa luta mais autonomista do movimento.